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Hoje - sexta-feira, 1 de agosto de 2014.

Por Bruno de Paula Nascimento - Membro da IECBR - Ministério Rede ao Mar

“Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças...” (Is 53:4)

Tudo começou no último dia da festa de aniversário da IECBR, em outubro de 2005. Eu me lembro como se fosse hoje, era uma segunda-feira e foi a primeira vez que senti o que eu chamava de “a coisa”. Desse dia em diante, parecia que minha mente tinha caído num grande buraco negro, onde cada dia descia mais e eu não conseguia sair de jeito nenhum.

Quase tranquei a faculdade, pois já não conseguia assimilar mais nada do que meus professores falavam; só não tranquei porque já estava chegando a época das provas, que eram em novembro. Eu conversava com os professores, mas eles não tinham um pingo de misericórdia. Com a graça de Deus e a ajuda da minha mãe, consegui terminar mais um período, mesmo tendo abandonado duas matérias. Minhas notas despencaram de 9.0 para 4.0, de 8.0 para 5.0, e eu consegui passar porque tinha obtido boas notas nas primeiras provas, em agosto e setembro.

Em fevereiro de 2006, comecei a ler alguns livros do escritor Augusto Cury e fazer alguns exercícios que ele ensinava, como DCD (Duvidar, criticar e determinar), entre outros. No mês de março tive uma melhora e voltei a fazer as coisas de que gostava, como correr, nadar, jogar capoeira, etc.

Ufa, acabou! Voltei a viver, comecei mais um período da faculdade; estágio, ministério, tudo voltou ao normal. Terminei o quinto período de Educação Física, comecei a namorar, muitos projetos, muitos sonhos... Até que, em setembro de 2006, “a coisa” voltou! E dessa vez veio pior do que a primeira. Logo de cara tranquei a faculdade. Quase perdi o estágio que fazia, o que não aconteceu pela graça de Deus e pela misericórdia de um homem por cuja vida eu louvo a Deus. Obrigado Renatão!

Voltei a cair no grande buraco negro. Mergulhei de novo num mar de desânimo, tristeza, opressão e depressão, mas com alguns agravantes: muitas vezes pensei em sumir e até mesmo tirar minha própria vida (mas já tinha ouvido falar que quem passa por isso quer destruir o problema e não a própria vida). Outro agravante era que muitas pessoas não acreditavam que eu estava com depressão, o que me causava mais tristeza ainda. Fiquei dias sem sair da cama, falava pouco ou quase nada, comia desenfreadamente (o que me fez engordar muito), não conseguia ler mais nada, minha mente não funcionava e dormia como quem não queria mais acordar. Cheguei a ir a três psicólogos, tomar remédios, ler livros, mas nada me levantava. Palavras como esperança, fé e sonho pareciam não fazer mais parte da minha vida. Agradeço a Deus pela vida da Alessandra (minha pequena), que esteve comigo nesse tempo de trevas; tu és amiga fiel.

Já estava quase desistindo de Jesus, mas Ele não tinha desistido de mim, tendo amado, amou-me até o fim! Deus incomodou várias pessoas para que orassem por mim, algumas até impensáveis. Entre elas, o querido diácono Miécio, daqui da IECBR, que esteve em constante intercessão e amor pela minha vida.

Eu achava que Deus não me curaria, pois ouvi muitas pessoas dizerem que coisas espirituais Ele cura, mas emocionais necessitam de psicólogos e, para falar a verdade, até hoje eu não sei o que causou essa depressão, não sei de onde veio essa “coisa”, mas sei de onde veio a cura: do céu, do Doutor Rafá, do Maravilhoso Conselheiro.

Deus me curou no dia 19 de janeiro de 2007, num congresso, onde uma mulher de Deus chamada Cindy Jacobs disse que Deus estava curando uma pessoa com depressão naquela noite. A Bíblia diz: “Crê no Senhor e crede também nos seus profetas...” (IICr 20:20). Eu cri e por isso Deus me curou! Cri com todo o meu coração, independente do que se passava na minha mente, pois a Bíblia diz "Confia no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento" (Pv 3:5).

Alguns dias depois eu pedi uma palavra para o Senhor testificando e confirmando a cura da depressão e Deus falou que estava tirando da minha mão o cálice do atordoamento! (Is 51:22-23). Uma semana depois de curado, encontrei a Irmã Sandra, uma querida missionária da IECBR que dirige a igreja na comunidade de Palmeirinha. Ela me olhou eufórica, dizendo que há algumas semanas atrás Deus tinha mandado ela orar por mim, ao que prontamente obedeceu colocando todas as intercessoras em subidas ao monte para lutarem por mim em oração. Diante disso, glorifiquei a Deus, que levantou guerreiros sem eu nem mesmo saber...

O doutor Rafá ainda opera milagres!

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